Enquanto muitos municípios brasileiros alegam
não ter condições de pagar o piso nacional do professor, Jurema, no agreste
pernambucano, sai na frente e torna-se modelo de gestão. Lá, o professor que
trabalha 150 horas/mês tem o piso de R$ 1.088,00 e o profissional que dá 200
horas/mês recebe o piso de R$ 1.451,00, conforme manda a lei. Quando o valor
das gratificações é incorporado ao salário o profissional engorda o
contracheque. Hoje a menor remuneração mensal dos professores em Jurema é de R$
1.787,00 e a máxima é de R$ 3.717,81.
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